O meu país.

. quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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patriotismo

s. m.

1. Amor da pátria.

   

 

 

Homo Sapien

Ordem na desordem.

Pare! Pense!

 

              Diante de tamanha desordem e desgraça, viver em meu pais não se torna nenhum bicho de sete cabeças, basta você ser malandro para perceber as mil e uma falcatruas existentes na política e somar com uma serie de contas e pizzas existentes na desgraça da nossa casa de formar corruptos. A corrupção por fim começa de nossos pais e assim se propaga feito peste nos filhos e aqui estamos hoje Homo sapiens, tão sapiens que aprendemos a viver em uma repleta competição contra nos mesmos plantando a inveja e a desgraça em nossos corações ao invés de realmente evoluir nosso espírito. 

 

Não me julgo um patriota, também não odeio minha pátria.

 

             Tenho nojo de toda a desgraça e todo o sangue derramado para criar as coisas que o homem possui hoje batendo em seu peito apenas para se satisfazer dizendo que criou uma coisa revolucionaria tentando passar uma borracha em toda a podridão do lugar.

 

Manipuladores, egoístas, traidores... Com nenhuma vergonha digo que esse sempre será o meu país, desonrado, sujo, repleto de pessoas alienadas que estão acreditando que fazem alguma coisa quando na verdade são elas que estão empurrando o nosso sistema para o lixo.

 Um pais sem igualdade, fraternidade e companheirismo

 

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

 

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país.

O teatro dos VAMPIROS

. domingo, 16 de agosto de 2009
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Quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo, você me veio como um sonho bom e me assustei, não sou perfeito...



Acredito que sempre procurei motivos para fazer um bom post explicando sobre a realidade e sobre o que eu ando vivenciando, nessas idas e vindas fiz novos amigos, novas escolhas e novos sonhos que por fim cheguei à conclusão que em todo o meu viver sempre procurei fazer mais pelos outros do que por mim.

De fato não posso dizer hoje que sou uma pessoa sem amigos, só que de alguma maneira hoje com toda certeza eu não me vejo rodeado de sangue sugas como antigamente, engraçado como algumas pessoas estão mais preocupadas com o crescimento da outra do que com sua própria vida. Não tem como fechar os olhos para a realidade e dizer que vivemos em um mundo onde o amor ao proximo reina e faz do homem um espirito de luz, sempre percebi que vivemos em uma zona de mundo onde os verdadeiros monstros estão habitando e se autotitulando OS* donos dessa terra sem lei e ordem.


[ O amor no coração das pessoas ]

Não existe o amor onde se habita a inveja e descrença. A maior prisão de um ser humano sempre será sua própria consciência, nela você vai poder se julgar inocente e sempre irá saber que o maior crime que tu cometeras será tentar enganar o mundo apagando da sua vida seus maiores crimes.



Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Pois a sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, é problema deles".

(Bob Marley)






[ SIM! EU VOLTEI! ]

Fazendo minha parte

. segunda-feira, 13 de julho de 2009
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A legislação de doação de órgãos e tecidos no Brasil, só permite a doação após a morte, se autorizada pelos familiares.

O cartão do Doador representa o desejo em vida, para que a família se conscientize e autorize a doação. O cartão é personalizado com as principais informações do doador. O doador também pode manifestar a doação de outros órgãos.

O cartão pode ser solicitado de qualquer lugar do Brasil e trará informações da Central de Transplantes, referência de sua cidade.

O cartão será enviado via correio sem nenhuma despesa para o solicitante.


[ http://www.bos.org.br/bos_novo/bos/campanha.php ]

Que belíssimas cenasde destruição

. sábado, 4 de julho de 2009
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Não teremos mais problemas
Com a superpopulação...


Existe alguém
Que está contando com você
Prá lutar em seu lugar
Já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer...



(Senhor da Guerra - Renato Russo)

Tô vendo tudo!

. domingo, 31 de maio de 2009
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Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país


Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo